Aprender com a biblioteca escolar – Saber usar os media

Um sítio Web sobre educação com e para os media, com a chancela RBE, indispensável nas bibliotecas e de aplicação fácil nas salas de aula.

Saber usar os media destina-se a apoiar uma abordagem dos media em três dimensões: conhecer, refletir, produzir e apresenta  sugestões de atividades desde o pré-escolar ao ensino secundário.

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Ver também:

Referencial Aprender com a Biblioteca Escolar

Aprender com a biblioteca escolar | Ferramentas digitais de apoio

 

 

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Concurso Nacional de Leitura – 3.º momento

A aluna CLOE GONÇALVES foi a grande vencedora do 1. º Ciclo  da 2ª fase (fase concelhia) do Concurso Nacional de Leitura que decorreu no dia 19 de abril na Biblioteca Municipal Rocha Peixoto na Póvoa de Varzim . Estiveram presentes todos os vencedores da 1ª Fase (fase de escola) dos diferentes níveis de ensino (1º, 2º, 3º ciclos e secundário) das outras escolas do concelho da Póvoa de Varzim.

Agora, a nossa Cloe Gonçalves da EB1 da Giesteira representará o concelho da Póvoa de Varzim no 3.º momento do Concurso Nacional de Leitura (1.º Ciclo) que se realiza no dia 25 de maio, entre as 13:30 e as 17h, na Biblioteca Municipal Almeida Garrett.

A nossa ávida leitora já se está a preparar para o evento. A obra seleccionada para o 1.º Ciclo para a fase metropolitana do Porto é O cavalo de Tróia,  Adapt. SÁNCHEZ, Isidro; trad. LINHARES, Francisco Alba; ilust. de TOBELLA, Montserrat.

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Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor 2018

O Dia Mundial do Livro é comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de abril. Pretende anualmente promover o prazer da leitura e o respeito pelos livros e pelos seus autores.

Esta data foi escolhida com base na tradição catalã segundo a qual, neste dia, os homens oferecem às suas «damas» uma rosa vermelha de S. Jorge e recebem em troca um livro, testemunho das aventuras do cavaleiro. Em simultâneo, é prestada homenagem à obra de grandes escritores, como Shakespeare, Cervantes e Garcilaso de la Vega, falecidos em abril de 1616.

Em 2018, e porque se comemora o Ano Europeu do Património Cultural, a Direção-Geral do Livro , dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB) quis relacionar a noção de património com o valor cultural e intemporal do Livro e da Leitura. Resultado do conjunto de várias forças, desde o autor ao leitor, passando pelo editor, tradutor, revisor, designer, ilustrador, tipógrafo, livreiro, animador da leitura, o Livro encontra o seu valor intemporal quando é lido e passado de geração em geração, de uma língua para outra língua, de um suporte para outro suporte de leitura.

Mensagem da Diretora Geral da UNESCO 

“O livro é o ponto de encontro das mais essenciais liberdades humanas, nomeadamente a liberdade de expressão e de edição.”

 

Dia Internacional do Livro Infantil 2018

O Dia Internacional do Livro Infantil é assinalado desde 1967, tendo a data sido escolhida para homenagear o escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, cujo aniversário de nascimento se comemora a 2 de abril.

As comemorações são uma iniciativa do Conselho Internacional sobre Literatura para os Jovens. Todos os anos, por esta ocasião, o IBBY –International Board on Books for Young People, convida um autor para redigir uma mensagem dirigida a todas as crianças do mundo. O tema de 2018 é O pequeno torna-se grande num livro”, e, este ano, a responsabilidade coube à escritora nascida na Lituânia INESE ZANDERE (Ver texto abaixo).

O cartaz oficial é do ilustrador  Reinis Petersons. Para assinalar este dia, a DGLAB (Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas) convidou a ilustradora Fátima Afonso, vencedora do Prémio Nacional de Ilustração do ano passado, para ser a autora da imagem do cartaz.

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As pessoas inclinam-se para o ritmo e para o equilíbrio, tal como a energia magnética organiza as aparas de metal numa experiência da física, tal como um floco de neve forma cristais a partir da água.
Num conto de fadas ou num poema, as crianças gostam de repetição, de refrãos e de temas universais, porque eles podem ser reconhecidos uma e outra vez – trazem ao texto
regularidade. O mundo ganha uma ordem bonita. Ainda me lembro como, em criança, lutava comigo mesma para defender a justiça e a simetria, pela igualdade de direitos da esquerda e da direita: se tamborilava com os dedos em cima da mesa, contava quantas vezes tinha de bater com cada dedo, para que os outros não se sentissem ofendidos. E quando aplaudia, batia com a mão direita na esquerda, mas depois pensava que não era justo e aprendi a fazê-lo de maneira contrária – batendo com a esquerda na direita. Este desejo instintivo de equilíbrio parece engraçado, é certo, mas mostra a necessidade de evitar que o mundo se torne assimétrico. E eu tinha a sensação de ser a única responsável por todo o seu equilíbrio.
A inclinação das crianças por poemas e por histórias surge igualmente da sua necessidade de levar harmonia ao caos do mundo. Da indeterminação, tudo tende para a ordem. As canções infantis, as canções populares, os jogos, os contos de fadas, a poesia – são formas de existência ritmicamente organizadas que ajudam os mais pequenos a estruturar a sua presença no grande caos. Criam a consciência instintiva de que a ordem do mundo é possível, e que as pessoas têm nele um lugar único. Tudo conduz para este objetivo: a organização rítmica do texto, as linhas com letras e o design da página, a impressão do livro como um todo bem estruturado. O grande revela-se no pequeno, e damos-lhe forma nos livros infantis, mesmo quando não estamos a pensar em Deus ou na dimensão fractal. Um livro infantil é uma força milagrosa que favorece o enorme desejo das crianças e a sua capacidade de ser.
Promove a sua coragem de viver.
Num livro, o pequeno é sempre grande, de forma instantânea e não apenas quando se chega à idade adulta. Um livro é um mistério onde se pode encontrar algo que não se procurava ou que não estava ao nosso alcance. Aquilo que os leitores de uma certa idade não conseguem compreender, permanece na sua consciência como uma impressão, e continua a atuar mesmo quando não o compreendem totalmente. Um livro ilustrado pode funcionar como uma arca do tesouro de sabedoria e cultura mesmo para os adultos, da mesma forma que as crianças podem ler um livro para adultos e encontrar nele a sua própria história, um indício para as suas jovens vidas. O contexto cultural molda as pessoas, estabelecendo as bases para as impressões que se farão sentir no futuro, assim como para experiências mais difíceis, às quais terão de sobreviver sem por isso terem de deixar de ser íntegras.
Um livro infantil representa o respeito pela grandeza do pequeno. Representa um mundo que se cria de novo uma e outra vez, uma seriedade lúdica e preciosa, sem a qual tudo, incluindo a literatura para crianças, seria apenas um trabalho pesado e vazio.

INESE ZANDERE, nascida na Letónia em 1958, é poeta e uma das maiores escritoras de livros para a infância do seu país.
Tradução: Maria Carlos Loureiro, feita a partir da versão francesa e espanhola.

Caixas de Leituras Vivas

Durante a Semana da Leitura a professora bibliotecária propôs às salas de Jardim de Infância do Agrupamento que escolhessem uma das suas leituras preferidas e construíssem uma caixa organizando criativamente o seu conteúdo tendo como principal elemento o Livro eleito e vários adereços que contribuíssem para o ler com maior prazer. Foram construídos oito Kits de leitores felizes!

Durante a Semana da Leitura as turmas do JI do Século partilharam a leitura proposta com turmas convidadas do 1.º ciclo e, hoje, a turma da Sala A apresentou o seu Kit aos pais, celebrando o Dia do Pai a contar uma história.

Os Kits construídos nas oito salas de Jardim de Infância irão agora circular por todo o Pré-escolar do Agrupamento, para que todas as crianças possam explorar as propostas de leitura das outras turmas.

Partilhado na página do Instagram com a hashtag  #leitorfelizhttps://www.instagram.com/becegodomaio/
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JI Século
Sala Rosa
Sala A  – Papá, por favor, Apanha-me a Lua de Eric Carle
Sala Maria
Sala B – Adivinha Quanto Eu Gosto de Ti,  de Anita Jeram
Sala Eduarda
Sala C – Capuchinho Vermelho, pelos Irmãos Grimm (adaptação)
Sala Isabel
Sala D – Oh!, de Josse Goffin
Sala Goretti
Sala E – Uma História de Dedos, de Luísa Ducla Soares
Sala Giesteira
Sala Giesteira – Os Ovos Misteriosos, de Luísa Ducla Soares
sala Pedreira1
Sala Pedreira 1 – A macaca Simone, de Cármen Gil
Sala PedreiraA
Sala Pedreira – O Ratinho Marinheiro, de Luísa Ducla Soares